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quinta-feira, 6 de junho de 2013

Viva a Leitura!


Leitura é a ação de ler algo. É o hábito de ler. A palavra deriva do Latim "lectura", originalmente com o significado de "eleição, escolha, leitura". Também se designa por leitura a obra ou o texto que se lê.

A leitura é a forma como se interpreta um conjunto de informações (presentes em um livro, uma notícia de jornal, etc.) ou um determinado acontecimento. É uma interpretação pessoal.

O hábito de leitura é uma prática extremamente importante para desenvolver o raciocínio, o senso crítico e a capacidade de interpretação.

O prazer da leitura deve ser despertado logo na infância. Ler faz parte da formação cultural de cada indivíduo. A leitura estimula a imaginação, proporciona a descoberta de diferentes hábitos e culturas, amplia o conhecimento e enriquece o vocabulário.

Para quem deseja ler com maior rapidez e absorver o máximo de conteúdo, a leitura dinâmica é um método recomendado. As diferentes técnicas de leitura incluem a leitura em blocos, ampliando o ângulo de visão, e não palavra por palavra.

No meio tecnológico, a leitura é o processo de decodificação de dados armazenados em um suporte, por exemplo, a leitura dos dados de um CD através do computador.

O registro das informações feitas por um instrumento de medida são também designadas por leitura, por exemplo, a leitura da água ou da luz.

Fonte: Significado de "leitura", disponível em http://www.significados.com.br/leitura/ , acesso em 06/06/2013

Minha experiência de leitura começou antes de ser alfabetizada. Tenho vaga lembrança da “tia” do Jardim nos reunindo em uma sala, na qual tínhamos almofadas trazidas de casa, e ali éramos transportados para os mais distantes reinos e épocas. À medida que ela lia, as imagens eram projetadas na parede por aqueles aparelhos antigos. Lembra? As luzes apagadas e a turma de respiração presa, na tentativa de controlar a ansiedade e não fazer barulho; pois caso fizéssemos algum, éramos imediatamente advertidos que a sessão seria cancelada. Isso seria terrível!

            A viagem começava, apertávamos as mãos, contraíamos os minúsculos corpinhos. Ríamos, chorávamos, gritos abafados para não atrapalhar a narrativa, palpites sussurrados, suspiros aliviados e o “Ahhh!” lamentando  o final de mais uma aventura. Teríamos que esperar uma semana inteirinha para viajarmos de novo. Sabe o que é uma semana para uma criança de cinco anos?

            Depois, já alfabetizada, conheci: Marcelo Marmelo Martelo, O tesouro da Ilha de Lá, No País do sem tempo. Como todo adolescente daquela época algumas aventuras da Série Vaga-lume, romances açucarados de Júlia, Bianca, Sabina, Sidney Sheldon, etc.

            Até que no Ensino Médio fui apresentada aos clássicos. Sinceridade? Não gostei! Mas na Faculdade os professores nos falavam como se fosse uma leitura acessível... Então descobri que conforme ia lendo uma obra, a linguagem, que era o que me afastava daquele tipo de leitura, ficava cada vez mais fácil de entender. Hoje, tento mostrar isso aos meus alunos. Apenas tento, uma vez que experiência é algo próprio de cada um.

Postado por Verônica dos Santos Costa

De leitura na experiência com leituras...

De leitura na experiência com leituras...

 Minha experiência com a leitura foi muito gostosa, minha mãe trabalhava de doméstica em SP e eu morava no interior com meus avós, minha avó era analfabeta e meu avô lia praticamente só letras de imprensa, as cursivas muitas vezes eram desconhecidas para ele. Quando minha mãe vinha em feriados me trazia pilhas de gibis que os filhos e parentes da patroa dela doavam, sempre vinham livros infantis junto, além dos brinquedos, era uma festa, momentos de encantamento! No entanto, eu não sabia ler, minha avó tbm não e meu avô, que me salvava a curiosidade, tinha dificuldades... Muitas foram as vezes que eu inventava as histórias, tenho recordações nítidas do local onde eu estava e dos momentos de criatividade quanto ao enredo inventado.
Devagar, pedindo para um e outro fui conhecendo as letras e mesmo com 5 anos, num ambiente familiar de analfabeto ou semi, aprendi a ler, quando fui para a pré-escola, com 6 anos, sabia ler, mas não escrevia, me lembro que a professora reclamava diante da minha insistência em escrever com letras de forma. Ainda na pré-escola descobri os contos de fadas e muitos outros... Até hj guardo "O mistério do coelho pensante", e "A fada que tinha ideias", só na minha segunda década é que fui perceber o porquê do deslumbramento diante do coelho que franzia o nariz para resolver qualquer coisa, foi a fase da paixão pela autora: Lispector...
Tinha facilidade em decorar poesias, talvez, seja a explicação para tamanho caso de amor que persiste até hj. Tbm passiei pela série Vaga-lume, histórias de bolso de faroeste e livros espíritas, sem contar os gibis, íntimos antigos, até que encontrei meu mais precioso tesouro da pré-adolescência: Agatha Christie e Conan Doyle. Até hj, assassinatos e suspenses me prendem e espantam meu sono ou desânimo. Passei pelo Paulo Coelho e autoajuda até que os 4 anos de Letras me deixaram intolerante e rabugenta... Só ao cursar pedagogia e principalmente a psicopedagogia, foi que redescobri o encantamento do brincar, do criar e do redescobrir com a leitura.

Postado por Paty Carvalho

Sequência didática com o conto "Meu primeiro beijo" tendo como público-alvo as pessoas da terceira idade de uma casa de repouso.

https://www.shopify.com.br/burst/imagens-hd/amantes-se-abracam-com-o-por-do-sol-ao-fundo?c=amor     Foi feita a leitura dramatizada em voz a...