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quarta-feira, 19 de junho de 2013

Sequência didática com o conto "Meu primeiro beijo" tendo como público-alvo as pessoas da terceira idade de uma casa de repouso.

https://www.shopify.com.br/burst/imagens-hd/amantes-se-abracam-com-o-por-do-sol-ao-fundo?c=amor

 

 
Foi feita a leitura dramatizada em voz alta do conto de Drummond.

Posteriormente vieram as questões para a roda de conversa:

Vocês já tinham lido textos como esses? 

Onde? 

E quem leu com ou para vocês?

Vocês sabem ou conhecem algum escritor que escreve textos desse gênero? 

Onde se pode encontrar esse gênero? 

Só em livros, ou em jornais e em revistas? 

Onde eles circulam? 

Quem geralmente lê esse tipo de texto?

 Por que será que eles existem, ou seja, qual a finalidade desse gênero? 

Quais são as memórias que cada um tem após a leitura deste conto, vamos compartilhar:

Quem pode escrever esta memória? 

Sequência Didática nos critérios de SCHNEUWLY e DOLZ...

 

 Foto da Matthew Henry do <a href="https://www.shopify.com.br/burst/plano-de-fundo?utm_campaign=photo_credit&amp;utm_content=Fotos+gr%C3%A1tis+de+Linha+escalonada+de+l%C3%A1pis&amp;utm_medium=referral&amp;utm_source=credit">Burst</a>

Procurei elaborar uma sequência didática considerando os critérios de agrupamento dos autores, uma vez que respeita o caráter multiforme, maleável e “espontâneo” do gênero (SCHNEUWLY e DOLZ, 2004[1996], p. 57). Na escola, principalmente na disciplina de Língua Portuguesa, deve-se viabilizar o manuseio do maior número possível de gêneros para construir uma progressão em espiral, de forma a aprofundar, gradativamente, a temática, as sequências textuais; e à medida que os ciclos vão avançando, o amadurecimento etário dos domínios de interação social do indivíduo também passam a requerer um funcionamento linguístico discursivo mais complexo.

Sequênica Didática:

Produção de folheto prescritivo


Professoras: Verônica dos Santos Costa e Patrícia Carvalho

Público Alvo: 8º ano

Aulas previstas: 06

Folhetos são textos que visam persuadir, informar ou divulgar utilizando-se da linguagem verbal e não-verbal. Nesta sequência didática vamos enfatizar o folheto prescritivo no qual o autor apresenta produtos ou ideias e deseja levar o leitor ao seu consumo ou à sua aceitação.

 Sondagem:

            A seguir faremos a leitura da crônica Avestruz do autor Mário Prata, mas antes responda oralmente:
            a- Você conhece um avestruz de perto ou apenas por fotos e vídeos?
            b- O que você sabe sobre avestruzes?
            c- O que você espera de um texto com este título?


1ª Leitura:
            1- Leia silenciosamente o texto anotando os vocábulos desconhecidos no caderno para pesquisá-los no dicionário.

Avestruz
                                                                                                              Mário Prata
           
            O filho de uma grande amiga pediu, de presente pelos seus dez anos, uma avestruz. Cismou, fazer o quê? Moram em um apartamento em Higienópolis, São Paulo. E ela me mandou um e-mail dizendo que a culpa era minha. Sim, porque foi aqui ao lado de casa, em Floripa, que o menino conheceu as avestruzes. Tem uma plantação, digo, criação deles. Aquilo impressionou o garoto.

            Culpado, fui até o local saber se eles vendiam filhotes de avestruzes. E se entregavam em domicílio.   
  E fiquei a observar a ave. Se é que podemos chamar aquilo de ave. A avestruz foi um erro da natureza, minha amiga. Na hora de criar a avestruz, Deus devia estar muito cansado e cometeu alguns erros. Deve ter criado primeiro o corpo, que se assemelha, em tamanho, a um boi. Sabe quanto pesa uma avestruz? Entre 100 e 160 quilos, fui logo avisando a minha amiga. E a altura pode chegar a quase três metros. 2,7 para ser mais exato.
            Mas eu estava falando da sua criação por Deus. Colocou um pescoço que não tem absolutamente nada a ver com o corpo. Não devia mais ter estoque de asas no paraíso, então colocou asas atrofiadas. Talvez até sabiamente para evitar que saíssem voando em bandos por aí assustando as demais aves normais.
         Outra coisa que faltou foram dedos para os pés. Colocou apenas dois dedos em cada pé. Sacanagem, Senhor!
            Depois olhou para sua obra e não sabia se era uma ave ou um camelo. Tanto é que logo depois, Adão, dando os nomes a tudo que via pela frente, olhou para aquele ser meio abominável e disse: Struthio camelus australis. Que é o nome oficial da coisa. Acho que o struthio deve ser aquele pescoço fino em forma de salsicha.
            Pois um animal daquele tamanho deveria botar ovos proporcionais ao seu corpo. Outro erro. É grande, mas nem tanto. E me explicava o criador que elas vivem até os setenta anos e se reproduzem plenamente até os quarenta, entrando depois na menopausa, não têm, portanto, TPM. Uma avestruz com TPM é perigosíssima!
            Podem gerar de dez a trinta crias por ano, expliquei ao garoto, filho da minha amiga. Pois ele ficou mais animado ainda, imaginando aquele bando de avestruzes correndo pela sala do apartamento.
            Ele insiste, quer que eu leve uma avestruz para ele de avião, no domingo. Não sabia mais o que fazer.
            Foi quando descobri que elas comem o que encontram pela frente, inclusive pedaços de ferro e madeiras. Joguinhos eletrônicos, por exemplo. Máquina digital de fotografia, times inteiros de futebol de botão e, principalmente, chuteiras. E, se descuidar, um mouse de vez em quando cai bem.
            Parece que convenci o garoto. Me telefonou e disse que troca o avestruz por cinco gaivotas e um urubu.
            Pedi para a minha amiga levar o garoto num psicólogo. Afinal, tenho mais o que fazer do que ser gigolô de avestruz.

PRATA, Mário. Avestruz. 5ª série/ 6º ano vol. 2. Caderno aluno p. 9. Caderno do Professor p. 18.

     2- Após a leitura do texto, suas expectativas iniciais se confirmaram ou foram, de certa forma, contrariadas? Por quê?


2ª Leitura:
           
            1- Observe o trecho: “E fiquei a observar a ave. Se é que podemos chamar aquilo de ave. A avestruz foi um erro da natureza, minha amiga.” O que o autor quer dizer com esta afirmação?
           
            2- O autor tenta de todas as formas, convencer o garoto a desistir de ter um avestruz, mas qual informação faz com que ele mude de ideia? Justifique.

            3- No final do texto o autor sugere à amiga que leve o filho dela ao psicólogo. Por quê?

            4- Selecione as informações sobre avestruz presentes na crônica.


Conceituando:         

 
 Crônica

  • É quase sempre um texto curto, com poucas personagens;
  • O tempo e espaço são limitados.
  • Os fatos podem ser contados por um narrador observador ou por um narrador personagem;
  • Sempre apresenta uma visão muito pessoal do assunto escolhido;
  • Utiliza linguagem informal/coloquial;
  • É um gênero literário de origem brasileira;
  • Surgiu no jornal, por este motivo aborda assuntos do dia-a-dia, mesmo os mais corriqueiros;
  • E os registra com sensibilidade e poesia, ora criando humor, ora provocando uma reflexão crítica sobre aspectos do comportamento humano.

1- De acordo com as orientações do professor, faça a leitura oral do texto.

            2- Qual o foco narrativo?

            3- Quais as personagens envolvidas?

            4- Qual o acontecimento narrado?
           
            5- Em que lugar ocorre?

            6- Apresenta humor ou reflexão crítica sobre aspectos do comportamento humano? Justifique.


            Visita à sala de informática:

            1- Certamente, você já ouviu expressões como: “Você tem estômago de avestruz!”, quando alguém come de tudo. Ou então, “Pare de enfiar a cabeça na terra como um avestruz!”, quando uma pessoa procura fugir dos problemas. Será que estes dizeres populares têm um fundo de verdade? Pesquise uma explicação científica que os justifique.

            2- Pesquise o que é necessário para criar um avestruz em cativeiro:

a-      Qual o espaço físico necessário?
b-      O que come e a quantidade?
c-      Quais seus hábitos?
d-     Outras características que você julgar interessante sobre a ave.


Produção Escrita:

            Imagine que o autor do texto foi até ao local onde se cria avestruzes, relatou o ocorrido e a insistência do garoto de São Paulo em ter uma dessas aves como “bichinho de estimação” em seu apartamento. O dono da criação, com intenção de ajudar entregou lhe um folheto prescritivo com as orientações para se criar esse animal. Como você imagina este folheto?
            Elabore um folheto orientando como criar um avestruz. Para isso utilize a seleção de informações que você elaborou no exercício 04 da sessão 2ª leitura e na sessão Visita à sala de informática.
Lembre-se:

            a- de elaborar um parágrafo introdutório explicando a finalidade do folheto;

            b- de elaborar algumas instruções para criar um avestruz em cativeiro;

            c- seu folheto deve apresentar as características da tipologia injuntiva/prescritiva.

            d- você poderá utilizar recursos não-verbais (cores, imagens, tamanhos e tipos de letras de variados tamanhos e formas, etc.);

            e- de usar a norma-padrão.
             

Sequência didática para o Conto "Meu primeiro beijo"


Foto da Brodie Vissers do <a href="https://www.shopify.com.br/burst/rosas?utm_campaign=photo_credit&amp;utm_content=Fotos+gr%C3%A1tis+de+Romance+e+rosa+%E2%80%94+Imagens+em+alta+resolu%C3%A7%C3%A3o&amp;utm_medium=referral&amp;utm_source=credit">Burst</a>
 
OFICINA 2

Grupo 1 – Texto: Meu primeiro Beijo ( Antonio Barreto)

Construção de uma S.A. com foco em leitura, a partir das estratégias:

Situação de Aprendizagem – “Leitura em diferentes contextos”

Objetivo Geral:
·         Relacionar as diferentes linguagens a partir de um mesmo tema;

Competências e Habilidades:

·        Identificar e agrupar diferentes gêneros textuais;
      Construir sentido global do texto.
Número de aulas previstas: de 6 a 8 aulas.
Sugestões Em Abril (13 de Abril – Dia do Beijo)

1)      Ativação de conhecimento de mundo;

1.1. Oralidade; Questionamentos a partir do título do texto:
·         Quem já deu o primeiro beijo de amor?
·         Onde foi? O que sentiu?

1.2. Antecipação e checagem de hipóteses:
·         Roda de leitura do texto;
·         Debate


2)      Localização e comparação de informações;

2.1. Localizar no texto trechos que relatem sensações similares ou totalmente distintas às deles;

3)      Produção de inferências globais:

3.1. Qual a possível idade das personagens?

3.2. Quais as informações científicas dadas ao beijo no texto?

4)      Recuperação do contexto de produção;

4.1. Autor: masculino e Eu-lírico: feminino; Foco narrativo: 1ª ou 3ª pessoa;

4.2. Organizar a sala em três grupos e cada um estará incumbido em pesquisar um tema entre eles: vida do autor, contexto histórico e  sobre o livro “Balada do Primeiro Amor”;

4.3. Apresentação dos grupos.

5)      Percepção das relações de intertextualidade: Música “Beija eu” – Marisa Monte.

Beija Eu - Marisa Monte

Seja eu!
Seja eu!
Deixa que eu seja eu
E aceita
O que seja seu
Então deita e aceita eu...
Molha eu!
Seca eu!
Deixa que eu seja o céu
E receba
O que seja seu
Anoiteça e amanheça eu...
Beija eu!
Beija eu!
Beija eu, me beija
Deixa
O que seja ser...
Então beba e receba
Meu corpo no seu
Corpo eu, no meu corpo
Deixa!
Eu me deixo
Anoiteça e amanheça...
Seja eu!
Seja eu!
Deixa que eu seja eu
E aceita
O que seja seu
Então deita e aceita eu...
Molha eu!
Seca eu!
Deixa que eu seja o céu
E receba
O que seja seu
Anoiteça e amanheça eu...
Aaaaah! ah ah ah ah! ah!
Ah! ah ah ah!
Ah! ah ah ah!
Ah ah ah!...
Beija eu!
Beija eu!
Beija eu, me beija
Deixa
O que seja ser...
Então beba e receba
Meu corpo no seu
Corpo eu, no meu corpo
Deixa!
Eu me deixo
Anoiteça e amanheça...
Aaaah! Aaaaah!
Oh oh oh oh oh oh!
Oh oh oh oh oh oh!
Aaaah! Aaaaah
Oh oh oh oh oh oh!
Oh oh oh oh oh oh!
Aaaah! Aaaaah
Oh oh oh oh oh oh!...

5.1. Ouvir a música com os alunos;

5.2. Relacionar o tema da letra da música e do texto “O primeiro beijo”
·         Intertextualidade
·         Interdiscursividade: análise das diferenças dos gêneros abordados 

6)      Percepção de outras linguagens; elaboração de apreciações estéticas e/ou afetivas

6.1. Exploração de imagens e produção de um clip com o tema “O beijo em diferentes contextos”. Exemplos “O beijo em diferentes culturas”, O beijo em diferentes idades”, “ Beijos num contexto da Históra”

- Francesco Hayez – Séc XIX
Antes dessa imagem não se via com frequência registros de beijos na arte ocidental
Fotografia famosa de beijo no final da Segunda Guerra Mundial em Nova Iorque


sexta-feira, 7 de junho de 2013

Conhecendo Castro Alves...

Olá querido visitante!! 

"Adormecida"       

 
 Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/BrunoMarquesDesigner-8580564/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=5163686">Bruno Marques Designer</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=5163686">Pixabay</a>
 - Castro Alves
 
Ses longs cheveux épars la couvrent tout entière
La croix de son collier repose dans sa main,
Comme pour témaigner qu'elle a fait sa prière.
Et qu'elle va la faire en s'éveiliant demain.
A. DE MUSSET
Uma noite eu me lembro... Ela dormia
Numa rede encostada molemente...
Quase aberto o roupão... solto o cabelo
E o pé descalço do tapete rente.
'Stava aberta a janela. Um cheiro agreste
Exalavam as silvas da campina...
E ao longe, num pedaço do horizonte
Via-se a noite plácida e divina.
De um jasmineiro os galhos encurvados,
Indiscretos entravam pela sala,
E de leve oscilando ao tom das auras
Iam na face trêmulos — beijá-la.
Era um quadro celeste!... A cada afago
Mesmo em sonhos a moça estremecia...
Quando ela serenava... a flor beijava-a...
Quando ela ia beijar-lhe... a flor fugia...
Dir-se-ia que naquele doce instante
Brincavam duas cândidas crianças...
A brisa, que agitava as folhas verdes,
Fazia-lhe ondear as negras tranças!
E o ramo ora chegava, ora afastava-se...
Mas quando a via despeitada a meio,
P'ra não zangá-la... sacudia alegre
Uma chuva de pétalas no seio...
Eu, fitando esta cena, repetia
Naquela noite lânguida e sentida:
"Ó flor! — tu és a virgem das campinas!
"Virgem! tu és a flor da minha vida!..."
São Paulo, Novembro de 1868
http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/wk000582.pdf
Antônio Frederico de Castro Alves  foi um importante poeta brasileiro do século XIX. Nasceu na cidade de Curralinho (Bahia) em 14 de março de 1847.
No período em que viveu (1847-1871), ainda existia a escravidão no Brasil. O jovem baiano, simpático e gentil, apesar de possuir gosto sofisticado para roupas e de levar uma vida relativamente confortável, foi capaz de compreender as dificuldades dos negros escravizados.
Manifestou toda sua sensibilidade escrevendo versos de protesto contra a situação a qual os negros eram submetidos. Este seu estilo contestador o tornou conhecido como o “Poeta dos Escravos”.
Aos 21 anos de idade, mostrou toda sua coragem ao recitar, durante uma comemoração cívica, o “Navio Negreiro”. A contra gosto, os fazendeiros ouviram-no clamar versos que denunciavam os maus tratos aos quais os negros eram submetidos.
Além de poesia de caráter social, este grande escritor também escreveu versos líricos-amorosos, de acordo com o estilo de Vítor Hugo. Pode-se dizer que Castro Alves foi um poeta de transição entre o Romantismo e o Parnasianismo.
Este notável escritor morreu ainda jovem, antes mesmo de terminar o curso de Direito que iniciara, pois, vinha sofrendo de tuberculose desde os seus 16 anos.
Lista de livros:
A Boa Vista
A cachoeira de Paulo Afonso
A canoa fantástica
Espumas Flutuantes
O Navio Negreiro
O Segredo
O Nadador
O laço de fita
O hóspede
No monte
No barco
Desespero
Os Escravos
Por: Alexandre Pereira, disponível em  http://canaldoensino.com.br/blog/13-livros-gratis-de-castro-alves

Vejam as sutilezas desta leitura...

 Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/kirillslov-8058952/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=5501702">kirillslov</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=5501702">Pixabay</a>
 
Apelo - Dalton Trevisan
 
Amanhã faz um mês que a Senhora está longe de casa. Primeiros dias, para dizer a verdade, não senti falta, bom chegar tarde, esquecido na conversa de esquina. Não foi ausência por uma semana: o batom ainda no lenço, o prato na mesa por engano, a imagem de relance no espelho.

Com os dias, Senhora, o leite primeira vez coalhou. A notícia de sua perda veio aos poucos: a pilha de jornais ali no chão, ninguém os guardou debaixo da escada. Toda a casa era um corredor deserto, até o canário ficou mudo. Não dar parte de fraco, ah, Senhora, fui beber com os amigos. Uma hora da noite eles se iam. Ficava só, sem o perdão de sua presença, última luz na varanda, a todas as aflições do dia.


Sentia falta da pequena briga pelo sal no tomate 
 meu jeito de querer bem. Acaso é saudade, Senhora? Às suas violetas, na janela, não lhes poupei água e elas murcham. Não tenho botão na camisa. Calço a meia furada. Que fim levou o saca-rolha? Nenhum de nós sabe, sem a Senhora, conversar com os outros: bocas raivosas mastigando. Venha para casa, Senhora, por favor.

Disponível em: http://www.releituras.com/daltontrevisan_apelo.asp




quinta-feira, 6 de junho de 2013

Ler...


Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/JillWellington-334088/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=912380">Jill Wellington</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=912380">Pixabay</a>

Parafraseando as palavras de nosso grande escritor Rubem Alves:


Todo jardim começa com um sonho de amor como "nossas leiturinhas"
E antes que qualquer árvore seja plantada
ou qualquer lago seja construído,
é preciso que as árvores e os lagos
tenham nascido dentro da alma, pois
Quem não tem jardins por dentro,
não planta jardins por fora
e nem PASSEIA por eles….

O gosto pela leitura deve ser livre e gradual, nunca imposto, deve ser aquilo que alimenta almas e nos leva à viagens incríveis de perder a hora e o juízo...

 Há de ser sementes de imaginação regadas pela curiosidade.

Há de ser o que nos motiva a buscar e a viver cada dia na sua intensidade!

 

Todos nós que temos a honra de compartilhar deste dia a dia na escola Rogério, queremos te dar o nosso mto obrigado!

 

Sequência didática com o conto "Meu primeiro beijo" tendo como público-alvo as pessoas da terceira idade de uma casa de repouso.

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